Uma denúncia contra o prefeito de Lábrea aponta suposta retaliação a funcionários que decidiram não apoiar Omar Aziz. Segundo o relato, trabalhadores tiveram seus contracheques zerados mesmo continuando a exercer suas atividades.

O corte teria atingido diretamente o dinheiro destinado à alimentação e às despesas básicas das famílias. A acusação é de que a administração estaria usando o salário como instrumento de pressão contra quem manifesta uma opinião política diferente da do prefeito.
A denúncia também relata que unidades de saúde foram fechadas às 16h e alunos foram liberados das escolas no mesmo horário para que funcionários fossem mobilizados a pedir votos para Omar Aziz.
Se confirmados, os episódios mostram uma situação grave: famílias privadas de renda e serviços públicos interrompidos para atender a interesses eleitorais. A população merece esclarecimentos sobre quem determinou essas medidas e quais foram suas justificativas.
As acusações precisam ser verificadas com contracheques, registros de frequência, comunicados das unidades e depoimentos. A Prefeitura deve ser procurada para apresentar sua versão sobre os fatos.

