LÁBREA – “Onde acaba o asfalto, começa o desafio.” Foi assim que o candidato ao Senado Capitão Alberto Neto (PL-AM) definiu sua visita à Transamazônica, em Lábrea, nesta segunda-feira (31). No ponto final da BR-230, o candidato chamou a atenção para as dificuldades de infraestrutura enfrentadas no interior do Amazonas e defendeu investimentos em rodovias para garantir o escoamento da produção e melhores condições de deslocamento.
Capitão Alberto Neto mostrou a situação da rodovia e afirmou que os problemas de infraestrutura viária do Amazonas vão além da BR-319. Ele explicou que a precariedade das estradas também afeta os produtores que dependem das estradas para transportar mercadorias e insumos.
“Aqui, onde acaba o asfalto, começa o desafio. A situação da Transamazônica revela a falta de infraestrutura do nosso estado. Não é só a BR-319 que tem problema. A gente precisa de mais estradas para escoar a produção dos nossos agricultores. Quem mora no interior não pode ser tratado como amazonense de segunda categoria. Se a gente quer desenvolver o Amazonas de verdade, precisa olhar para quem está lá na ponta”, disse.
Infraestrutura para o Agro
A Transamazônica foi inaugurada em 1972 e atravessa sete estados brasileiros. O marco inicial da BR-230 fica em Cabedelo, na Paraíba, e seu traçado segue pelo Ceará, Piauí, Maranhão, Tocantins e Pará até chegar ao Amazonas, onde termina em Lábrea. Mais de cinco décadas após a inauguração, a rodovia ainda enfrenta sérios problemas no Amazonas. Neste ano, problemas em pontes e em outros pontos da BR-230 provocaram restrições e interrupções no tráfego.
Defendendo o desenvolvimento e integração do interior como uma das suas principais pautas no Senado, o candidato esclareceu que melhorar as condições das rodovias também é uma forma de fortalecer a produção do interior e reduzir os obstáculos enfrentados por quem produz longe da capital.
Alberto Neto afirmou que pretende levar essa cobrança ao Senado e buscar investimentos para melhorar as estradas do interior, especialmente os trechos estratégicos utilizados pelos produtores para transportar a produção dos municípios.
“O Amazonas também é agro. O nosso povo sabe produzir, sabe trabalhar e quer prosperar. O problema é que, da porteira para fora, falta infraestrutura para escoar essa produção. O Amazonas não é problema para o Brasil, o Amazonas é solução. No Sendo vamos fortalecer os investimentos em infraestrutura e transformar toda essa riqueza em prosperidade para o nosso povo”, afirmou.
Foto: Assessoria

