O secretário de Saúde, Luís Saraiva, esclareceu que os servidores exonerados mantinham contratos temporários e estavam cientes das condições dos vínculos firmados com a administração pública.

Segundo Saraiva, os profissionais teriam sido orientados por um advogado a buscar judicialmente a anulação dos contratos.
A decisão apresentada declarou nulos os vínculos e determinou o pagamento dos valores referentes ao FGTS do período trabalhado, além dos reflexos sobre o 13º salário e as férias, quando aplicáveis.
O secretário afirmou que, diante da decisão judicial, a gestão adotou as providências necessárias para o desligamento dos servidores.
Ele ressaltou que a medida não partiu de uma decisão administrativa isolada, mas do cumprimento de uma determinação da Justiça.
Luís Saraiva também declarou que não é desejo da Secretaria de Saúde demitir funcionários, destacando que todos os profissionais são importantes para garantir o funcionamento dos serviços de saúde e o atendimento à população.

