Manaus – O jovem Orlean Matos compartilhou nas redes sociais uma situação inusitada vivida em um supermercado de Manaus, após o cordão de sua carteirinha de transporte público ser confundido com um símbolo de identificação do Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Segundo o relato, Orlean havia ido ao local para realizar a recarga dos créditos do cartão quando foi orientado por uma funcionária a se dirigir à fila de prioridade.
Sem entender o motivo, o jovem questionou a orientação e ouviu que ele estaria usando um cordão de identificação de autismo, por causa dos símbolos de quebra-cabeça presentes no acessório.
O jovem então explicou que o cordão fazia parte apenas da carteirinha de transporte e não tinha relação com o TEA.
Orlean contou que achou a situação engraçada, mas fez questão de deixar claro que não se sentiu ofendido e que não vê nenhum problema na associação ao autismo, destacando o respeito às pessoas neurodivergentes.
Cordões de identificação
O caso também reacende o debate sobre o uso de cordões de identificação, que são ferramentas importantes para sinalizar deficiências ocultas, auxiliando no acolhimento.
Entre os mais conhecidos estão o cordão de girassol, utilizado para deficiências ocultas, o cordão de quebra-cabeça, associado ao autismo, e o símbolo do infinito, que representa a neurodiversidade.

