A advogada Giselle Falcone esteve na Justiça Federal do Amazonas (SJAM) com o objetivo de se manifestar formalmente e buscar diálogo institucional para ser ouvida no mandado de segurança que discute o processo de formação da lista sêxtupla da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Amazonas.
Candidata ao Quinto Constitucional, Giselle figura entre os nomes aptos à disputa e, segundo informações do próprio processo, não há qualquer impugnação contra sua candidatura, o que reforça sua legitimidade para participar plenamente do certame e dos desdobramentos judiciais relacionados.
A ida à Justiça Federal ocorre em meio à controvérsia que resultou na concessão de liminar suspendendo etapas do processo eleitoral, cuja votação estava prevista para este domingo (29). A decisão gerou insegurança entre candidatos e advogados, especialmente diante da possibilidade de alteração no cronograma do pleito.
No processo, a OAB-AM apresentou manifestação sustentando a perda superveniente do objeto da ação, ao argumento de que não há mais recursos administrativos pendentes — fundamento utilizado anteriormente para justificar a intervenção judicial. A entidade também apontou riscos operacionais e prejuízos à classe com a manutenção da liminar.
Nesse cenário, Giselle Falcone busca assegurar o direito ao contraditório e à ampla participação no processo, considerando que seu nome é citado na ação e que qualquer decisão pode impactar diretamente sua candidatura. A iniciativa visa garantir que todos os envolvidos no certame tenham oportunidade de manifestação antes de deliberações que possam interferir no resultado da eleição.
A disputa pelo Quinto Constitucional no Amazonas segue judicializada e cercada de questionamentos procedimentais, enquanto a realização da eleição permanece condicionada às próximas decisões da Justiça Federal.

