Desembargador Flávio Pascarelli defende papel da imprensa e rebate fake News sobre Giselle Falcone

O desembargador Flávio Pascarelli se manifestou publicamente sobre o papel da advocacia e da imprensa no controle das decisões judiciais, destacando que ambas exercem funções essenciais para a manutenção do Estado de Direito. A declaração foi feita por meio de publicação nas redes sociais, em meio a debates recentes envolvendo a advogada Giselle Falcone Medina.

Na mensagem, Pascarelli afirma que “advogados e jornalistas são juízes dos juízes”, ressaltando que a legitimidade das decisões judiciais depende da capacidade de resistirem ao escrutínio público e técnico. Segundo ele, “sem verdade, não há julgamento — há distorção”.

O magistrado também saiu em defesa de Giselle Falcone Medina, rebatendo o que classificou como narrativas sem fundamento sobre suposta influência pessoal em sua trajetória profissional. Pascarelli enfatizou que não há qualquer fato que sustente esse tipo de alegação e destacou a autonomia e o reconhecimento da advogada ao longo de sua carreira.

“Trata-se de uma profissional com percurso próprio, autonomia e reconhecimento”, afirmou. Ele acrescentou ainda que é divorciado de Giselle há anos, afastando insinuações de interferência.

Na publicação, o desembargador também criticou ataques direcionados à advogada, classificando-os como uma forma de desqualificação que atinge não apenas sua honra, mas também reforça estigmas contra mulheres em posições de destaque. Pascarelli demonstrou solidariedade à advogada e lamentou que esse tipo de conteúdo seja, por vezes, reproduzido inclusive por outras mulheres.

Por fim, o magistrado reforçou a importância da crítica responsável e do compromisso com a verdade. “A crítica é essencial. Advogados, jornalistas e sociedade exercem esse controle. Sem verdade, não há julgamento legítimo”, concluiu.

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