Após nova suspensão do Quinto Constitucional, Giselle Falcone cobra respeito ao direito de escolha da advocacia

A nova suspensão do processo de escolha da lista sêxtupla do Quinto Constitucional na Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Amazonas provocou reação imediata no meio jurídico. A advogada Giselle Falcone se manifestou publicamente após a decisão da Justiça Federal que interrompeu, mais uma vez, a votação prevista para os próximos dias.

Em publicação nas redes sociais, Giselle afirmou que “a advocacia não pode ser impedida de escolher”, defendendo o direito da classe de participar do processo de forma democrática, independentemente de disputas internas ou questionamentos judiciais.

A suspensão foi determinada por decisão liminar do juiz federal Ricardo Augusto Campolina de Sales, que ordenou a paralisação imediata da consulta direta que definiria os nomes a serem encaminhados ao Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). A medida reforça o clima de incerteza e amplia o debate sobre a legalidade e a condução do processo dentro da entidade.

Com mais esse impasse, o processo do Quinto Constitucional no Amazonas segue indefinido, enquanto cresce a pressão de advogados por transparência, segurança jurídica e respeito ao direito de escolha da categoria.

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