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Em Brasília, Sema delibera com Serviço Florestal Brasileiro sobre plano de concessões florestais no Amazonas

Oito Unidades de Conservação são aptas a concessões de manejo sustentável

FOTOS: Juliana Mendes/SFB

O secretário de Estado de Meio Ambiente, Eduardo Taveira, esteve reunido, nesta quinta-feira (05/10), com o diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Garo Joseph Batmanian, acompanhado pelo diretor de Concessão Florestal e Monitoramento do SFB, Renato Rosenberg, para deliberar uma assinatura de Acordo de Cooperação Técnica para avançar nos planos de concessões florestais no Amazonas.

A política de concessões florestais é um dos principais programas da agenda de desenvolvimento do estado. Regido pela Lei de Gestão de Florestas Públicas (Lei 11.284/2006), o sistema objetiva conservar as florestas públicas brasileiras, promover a produção sustentável, estimular o desenvolvimento econômico regional e melhorar a qualidade de vida das populações que vivem no entorno dessas áreas.

A Lei de Gestão de Florestas Públicas permite a Pessoas Jurídicas, incluindo empresas, cooperativas e associações de comunidades locais, a realização do manejo florestal sustentável para extrair produtos madeireiros e não madeireiros, e para oferecer serviços de turismo. 

“Nesse momento de crise ambiental, temos buscado alternativas econômicas que possam ser mais compatíveis com a floresta em pé, e que ajudem a diversificar a matriz econômica do estado do Amazonas. Nós já temos um registro de oito florestas que estão aptas para estudo de concessão, e viemos aqui no SFB para alinhar essa agenda, e com isso avançar, esse ano ainda, na maioria das concessões que estamos propondo”, disse o secretário da Sema.

Na reunião, foram discutidas as possibilidades de avanço nas outorgas florestais com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com menos riscos e custos para o estado na implementação das concessões. 

Também foi proposta a construção de uma agenda de capacitação local das estruturas do Estado sobre processos licitatórios de concessão, além de uma agenda de outorgas de áreas públicas para restauração, tanto ecológica quanto produtiva. 



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